Esfera Pensante
6/03/2009 10:38:00 PM
Seguido de um cansaço extremo, ergue-se o dia com pequenos detalhes. As pessoas destilando o perfume do pesadelo ficam feitas passarinhos no ninho; querem se alimentar.
A sensação de hipersensibilidade torna-se a cada dia constante, libertando na mente desejos que são proibidos ou omitidos?
Em volta de você mesmo só existe o desconhecido, nada merecedor de tão grande credito ou status, tudo é apenas a insuficiência de não ter o que fazer.
O sono companheiro aliado do cansaço namora em uma eterna primavera cheia de sonhos e segredos desconhecidos.
Depois de uma grande explosão o que sobra? O resto acabado de seres que tentam evoluir? A que evolução sonha aquele que causa a explosão? E se não for premeditado? Terá culpa? Ou será eternizado como escoria fútil de sua laia... Viver os sonhos é se deparar com os pesadelos...
A noite silenciosa traz surpresas empolgantes. Depois de um cair vem o seu levantar, más depois de uma surpresa o que vem? Nem sempre há convicções às vezes o cérebro é corroído por fumaças que tentam pensar.
O mundo gira dentro de um copo de água e ninguém vê ele se afogar, desvencilhar-me das tormentas e lamentos do passado obscuro é como se jogar de cima do muro. As quedas são normais, porém, o que fazer com as marcas? Guardar? Esquecer? Ou viver cada uma delas com bastante desprezo? A idéia de sobressair disso é remota, coração não concorda, já não vive sem sofrer.
A cada palavra escrita são mais lagrimas adquiridas. Qual é essa fonte que nunca seca? Existe a possibilidade de um nordeste interno? Ou as gotas amargas provem do infinito desconhecido.
Flutuar sobre a esfera pensante em um olhar apreensivo e brilhante é se deparar com o erro do passado. Presente são as feridas que o passado presenteou o futuro. O sangue bombeia fatos...
A sensação de hipersensibilidade torna-se a cada dia constante, libertando na mente desejos que são proibidos ou omitidos?
Em volta de você mesmo só existe o desconhecido, nada merecedor de tão grande credito ou status, tudo é apenas a insuficiência de não ter o que fazer.
O sono companheiro aliado do cansaço namora em uma eterna primavera cheia de sonhos e segredos desconhecidos.
Depois de uma grande explosão o que sobra? O resto acabado de seres que tentam evoluir? A que evolução sonha aquele que causa a explosão? E se não for premeditado? Terá culpa? Ou será eternizado como escoria fútil de sua laia... Viver os sonhos é se deparar com os pesadelos...
A noite silenciosa traz surpresas empolgantes. Depois de um cair vem o seu levantar, más depois de uma surpresa o que vem? Nem sempre há convicções às vezes o cérebro é corroído por fumaças que tentam pensar.
O mundo gira dentro de um copo de água e ninguém vê ele se afogar, desvencilhar-me das tormentas e lamentos do passado obscuro é como se jogar de cima do muro. As quedas são normais, porém, o que fazer com as marcas? Guardar? Esquecer? Ou viver cada uma delas com bastante desprezo? A idéia de sobressair disso é remota, coração não concorda, já não vive sem sofrer.
A cada palavra escrita são mais lagrimas adquiridas. Qual é essa fonte que nunca seca? Existe a possibilidade de um nordeste interno? Ou as gotas amargas provem do infinito desconhecido.
Flutuar sobre a esfera pensante em um olhar apreensivo e brilhante é se deparar com o erro do passado. Presente são as feridas que o passado presenteou o futuro. O sangue bombeia fatos...
Parabéns amigo, vc sempre nos surpreendendo.
Te admiro muito.