A Esfera
6/04/2009 11:24:00 PM
Mais uma vez a dor veio apertar aquele coração que já cansado do mal estar, se refugia dentro de uma esfera multi-circunstancial e imaginaria.
As tristes! Há... Marcantes pegadas, um caminhar atônito e corriqueiro por entre as rochas duras e fundamentadas de uma angustia sem igual.
Sobe no peito a dor aparente sempre que aquelas pegadas estavam presentes na multidão inacabável de pensamentos.
Atos que geram arrependimentos constantes, na cabeça de um ser indiferente das normalidades existentes no dia-a-dia, de complexidades a desespero; são fatos e não um simples retrato tirado no natal.
Gritos estridentes e luminosos que sempre despencam de uma profunda escuridão, repletos de barulhinhos de pedras caindo no chão, chamam a atenção para uma real existência da insuficiência de empolgação naquele semblante.
Os olhos querem fechar a luta entre as trevas e a luz é constante e só cessam quando tudo repousar... Pra que repousar? E despertar com tudo de novo ate o dia acabar?
Num estralo de dedos aquele leve sono voou; com toda liberdade que possuía findou-se lá nos confins, onde o fim é meramente o começo e onde a liberdade é livre para voar.
Sozinho... Os olhos se mexem repetidamente erguendo a vontade de chorar, colocar pra fora o que tanto me sufoca, porem não consigo são tantos os motivos que me fazem desabar que uma simples lagrima não se compara ao mar em sua abundancia.
Quando o sono domina todo o corpo suas reações são de conforto. Os olhos; fechando gradativamente parece porta de ônibus, carregado de mais um dia árduo, cheio de detalhes que causam constrangimentos e insatisfações.
Às vezes constantes que envolvem o ambiente com furor, penetra um consciente interior.
Quando o vazio, o nada o inexistente são aparentes, é difícil de evitar, pois a dor de não ter nada de nada serve, só serve pra ser mais um nada dentro uma corrente de águas violentas que acertam as rochas.
As tristes! Há... Marcantes pegadas, um caminhar atônito e corriqueiro por entre as rochas duras e fundamentadas de uma angustia sem igual.
Sobe no peito a dor aparente sempre que aquelas pegadas estavam presentes na multidão inacabável de pensamentos.
Atos que geram arrependimentos constantes, na cabeça de um ser indiferente das normalidades existentes no dia-a-dia, de complexidades a desespero; são fatos e não um simples retrato tirado no natal.
Gritos estridentes e luminosos que sempre despencam de uma profunda escuridão, repletos de barulhinhos de pedras caindo no chão, chamam a atenção para uma real existência da insuficiência de empolgação naquele semblante.
Os olhos querem fechar a luta entre as trevas e a luz é constante e só cessam quando tudo repousar... Pra que repousar? E despertar com tudo de novo ate o dia acabar?
Num estralo de dedos aquele leve sono voou; com toda liberdade que possuía findou-se lá nos confins, onde o fim é meramente o começo e onde a liberdade é livre para voar.
Sozinho... Os olhos se mexem repetidamente erguendo a vontade de chorar, colocar pra fora o que tanto me sufoca, porem não consigo são tantos os motivos que me fazem desabar que uma simples lagrima não se compara ao mar em sua abundancia.
Quando o sono domina todo o corpo suas reações são de conforto. Os olhos; fechando gradativamente parece porta de ônibus, carregado de mais um dia árduo, cheio de detalhes que causam constrangimentos e insatisfações.
Às vezes constantes que envolvem o ambiente com furor, penetra um consciente interior.
Quando o vazio, o nada o inexistente são aparentes, é difícil de evitar, pois a dor de não ter nada de nada serve, só serve pra ser mais um nada dentro uma corrente de águas violentas que acertam as rochas.
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